Arquitetura e paisagem

Nesta semana, recebemos das mãos do amigo e cliente Joel Pacheco um belo presente.

O livro "Arquitetura e paisagem - Florianópolis e Açores" traz imagens encantadoras que mostram as similaridades arquitetônicas daqui e de lá.

O livro traz inúmeras imagens - em torno de 1.000 - além de mapas, desenhos e textos.

De acordo com Joel "A nossa arquitetura tem mais semelhanças do que diferenças em relação à deles, as características são muito parecidas. O que difere mesmo são as paisagens, que não são tão exuberantes quanto às de Florianópolis."

Vale a pena conferir!


Contato:
Joel Pacheco
(48) 3364-4143 | 9971-4143
Blog: www.arquitetojoelpacheco.blogspot.com

"Côsa medonha, senhora!"

Momento mané chegando...
Todos preparados para mais uma lição de "manezês"?
Então, vamos lá!

A expressão de hoje é bastante usada em conversas, fofocas e outros momentos de causos...

Quando alguma coisa muito surpreendente acontece ou deixa alguém espantado, é bem provável que durante a conversa você ouça:
"Côsa medonha, senhora!"

Exemplo prático:
"Na outra semana, num tem, o Pedrinho foi lá no Rancho Açoriano e devorou umas 3 dúzias de ostra sozinho, o ixtepô. Côsa medonha, senhora!"

Ah, mas nesse caso não tem surpresa... Afinal, nossas ostras são irresistíveis!


Os benefícios do Salmão

O Salmão é um peixe de águas frias que funciona como protetor do coração, pois é rico em ácidos graxos ômega-3, que evitam a formação das placas que obstruem as artérias, reduzem o colesterol e combatem os triglicerídeos.

De acordo com diversos estudos científicos, comer salmão de duas a três vezes por semana garante benefícios para a saúde de crianças, adultos e idosos. Pode ser consumido: assado, grelhado e também em forma de sashimi.

O salmão é rico em proteínas de alto valor nutritivo, superior ao de carnes vermelhas (como as de boi e porco). Além disso, as proteínas dos peixes são de alta digestibilidade, favorecendo o processo de digestão.

O ômega-3 está presente em maior quantidade nos peixes de águas salgadas e frias, como atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão. Os de águas doces também apresentam ômega-3, mas em quantidade muito inferior quando comparados aos primeiros.
 Aqui no Rancho Açoriano você encontra o salmão grelhado ao molho de ostras (foto) ou com alcaparras. Uma opção deliciosa e saudável!
 

Fonte: http://www.sonutricao.com.br/conteudo/artigos/salmao_beneficios/

Camarão Tropical!

A delícia de hoje é o nosso Camarão Tropical.
Camarões empanados com um tempero todo especial, incluindo pimenta calabresa e coco, acompanhados de um delicioso molho preparado para combinar perfeitamente com os sabores tropicais...

Vale a pena saboreá-los com um vinho chardonnay, que harmoniza perfeitamente com o prato.
Uma combinação irresistível!




Ostras! Descubra um pouco mais sobre elas...

- São numerosos os testemunhos de que o consumo de ostras tem se mantido através dos tempos. Sabe-se que os chineses as cultivam desde os tempos mais remotos  e que os gregos e romanos e muitos outros povos da antiguidade, as tinham em elevado apreço.

- Na Roma imperial o consumo teve grande propagação, sobretudo entre os aristocratas, incluindo os próprios imperadores. Era frequente iniciar os banquetes por ostras e outros mariscos, servidos de variadas maneiras, geralmente acompanhados de um molho especial o “garum”.

- A ostra é um alimento presente nas melhores mesas. Na França, por exemplo, na época de Luís XV, servir ostras à mesa era dar provas de civilização, de cortesia, de delicadeza e bom gosto. O apreço pelas ostras nessa época, ficou registrado em um dos melhores quadros da pintura francesa “ Le déjeuner aux huitres”, de Jean François de Troy, que se encontra no museu de Chantilly.

- Na Inglaterra,  Sam Welter dizia que o consumo de ostras sofreu um incremento   porque em Londres havia uma loja de venda de ostras para cada meia dúzia de habitantes.

- Atualmente  é grande o consumo de ostras. Seus apreciadores estão presentes em todas as classes e em  muitos países a exploração ostreícola está presente, por exemplo, no Japão, Canadá, Estados Unidos, França, Espanha, Portugal  e no Brasil  com considerável desenvolvimento.

- Comer ostras, além de um hábito de fino gosto, é ingerir na sua forma mais natural elementos indispensáveis à saúde.

  •     as ostras são alternadamente do sexo masculino e feminino;
  •     uma ostra reprodutora vive em média de 3 a 4 anos;
  •     uma ostra pode filtrar de 100 a 400 litros de água do mar por dia;
  •     as ostras atingem o melhor sabor no 2º e 3º dia após retiradas do cultivo;
  •     ao comer ostra, mastigue-as, assim sentirá melhor o sabor.

Fonte: http://perlasmarinhas.wordpress.com/curiosidade/