Coqueiros - Delícias do Rancho Açoriano no continente

Com o sucesso do Rancho Açoriano do Ribeirão da Ilha, surgiu a ideia de levar a magia das ostras para um lugar diferente, dando aos nossos clientes e amigos a oportunidade de saborear nossas delícias num local mais próximo da região central. Foi no continente, mais especificamente na praia de Itaguaçu, em Coqueiros, que o Rancho Açoriano encontrou o lugar perfeito para sua segunda unidade. 
Inaugurado em 2004, o Rancho Açoriano de Coqueiros foi conquistando o público aos poucos. Com o mesmo cardápio da primeira unidade, tornou-se uma excelente opção para quem curte gastronomia à base de peixe e frutos do mar.
Em 2012, o restaurante foi reformado e ganhou um ar ainda mais aconchegante, perfeito tanto para um almoço de negócios, um happy hour especial com a turma ou um jantar romântico.
Vale ressaltar o visual belíssimo da praia de Itaguaçu, com suas pedras místicas e encantadoras.

Onde fica: Rua Desembargador Pedro Silva, 3240, Coqueiros, Florianópolis/SC
Contato: (48) 3249-1414 

Confira as fotos:








 

"Mofas ca pomba na balaia!"

Ah, quem nunca ouviu essa frase?!
"Mofas ca pomba na balaia!" é uma das expressões mais populares da nossa ilha.
Sobre a origem da expressão, ela vem de uma história bem curiosa.

Antigamente, além das roscas de polvilho que conhecemos hoje, eram feitos confeitos de polvilho com formatos diferentes. Entre os formatos de bichos, a forma de uma pomba - que nem o pássaro do Divino, num tem?!
Os confeitos eram decorados e usavam até feijão para fazer os olhos dos bichos.
Depois de prontos, os confeitos de polvilho eram colocados em balaios e vendidos pelas redondezas.
Quando não tinham sucesso na venda, as pombas de polvilho podiam mofar dentro da balaia e precisavam ser jogadas fora. Ou seja, o objetivo (a venda) não era atingido.

A expressão "Mofas ca pomba na balaia!" significa que alguém não vai conseguir alcançar o seu objetivo.
Também é possível ouvir apenas um "mofas, nego!" com o mesmo significado.


Pesca da tainha: cultura e sabor em Florianópolis

A temporada de pesca da tainha este ano teve início no dia 15 de maio e já é grande o número de tainhas capturadas no litoral catarinense.
O evento, mais do que esperado pelos nativos e pescadores, faz parte da cultura do povo de Florianópolis.

A pesca da tainha reúne pessoas de todas as idades na praia, sempre de olho no mar, aguardando o primeiro sinal do peixe para capturar o tão esperado lanço. Um verdadeiro ritual que é comemorado com as tainhas na rede.

Dizem os mais experientes que quando sopra o vento sul - ou vento suli, no bom manezês, e a água esfria, as chances das tainhas encostarem aumenta.
 

A tainha tem um delicioso sabor e pode ser preparada de diversas maneiras: frita, assada, recheada, escalada, enfim... Só de pensar já dá água na boca... Se tiver um bom pirão, fica melhor ainda!

A temporada de pesca se encerra no dia 15 de julho e a expectativa é que a safra deste ano seja melhor que a do ano passado. Mais do que isso, vale enfatizar a beleza que há nessa tradição, na pesca tão esperada e festejada pelo nosso povo.

Já estamos servindo essa delícia aqui no Rancho Açoriano. Portanto, não fique só na vontade e venha saborear uma deliciosa tainha!


Fotos da pesca: André Pizzolo

Arquitetura e paisagem

Nesta semana, recebemos das mãos do amigo e cliente Joel Pacheco um belo presente.

O livro "Arquitetura e paisagem - Florianópolis e Açores" traz imagens encantadoras que mostram as similaridades arquitetônicas daqui e de lá.

O livro traz inúmeras imagens - em torno de 1.000 - além de mapas, desenhos e textos.

De acordo com Joel "A nossa arquitetura tem mais semelhanças do que diferenças em relação à deles, as características são muito parecidas. O que difere mesmo são as paisagens, que não são tão exuberantes quanto às de Florianópolis."

Vale a pena conferir!


Contato:
Joel Pacheco
(48) 3364-4143 | 9971-4143
Blog: www.arquitetojoelpacheco.blogspot.com

"Côsa medonha, senhora!"

Momento mané chegando...
Todos preparados para mais uma lição de "manezês"?
Então, vamos lá!

A expressão de hoje é bastante usada em conversas, fofocas e outros momentos de causos...

Quando alguma coisa muito surpreendente acontece ou deixa alguém espantado, é bem provável que durante a conversa você ouça:
"Côsa medonha, senhora!"

Exemplo prático:
"Na outra semana, num tem, o Pedrinho foi lá no Rancho Açoriano e devorou umas 3 dúzias de ostra sozinho, o ixtepô. Côsa medonha, senhora!"

Ah, mas nesse caso não tem surpresa... Afinal, nossas ostras são irresistíveis!